– Não se esqueça de uma coisa – gritou, enquanto se afastava. – O amor permanece. Os homens é que mudam!
Eu ri, ela me acenou de volta.
Fiquei olhando o rio por muito tempo. Chorei até sentir que não tinha mais lágrimas.
Então comecei a escrever.
(Paulo Coelho - Nas margens do rio Piedras sentei e Chorei)

domingo, 29 de janeiro de 2012


Nem sei se nesta vida eu fiz as melhores escolhas, mas sei que estas escolhas me fizeram ser o quem sou hoje. Talvez eu nem seja tão diferente do que fui no passado, mas sei que estou tentando ser melhor diante do que eu poss.
Qunto ao destino deixo ele guiar meu caminho.....

"... do diário de Maria, ao voltar para casa:
Em todas as líbguas do mundo existe um mesmo ditado: o que os olhos não vêem o coração não sente. Pois eu afirmo que não há nada mais falso do que isso; quanto mais longe, mais perto do coração estão so sentimentos que procuramos sufocar e esquecer. Se estamos no exílio, queremos guardar cada pequena lembrança de nossas raízes,se estamos distantes da pessoa amada, cada pessoa que passa pela rua nos faz lembrar dela. Os Evangelhos e todos os textos sagrados de todas as religiões foram escritos no exílio, em busca da compreenção de Deus, da fé que movia os povos adiante, da peregrinação das almas errantes pela face da terra. Não sabiam os nossos antepassados, e tampouco nós sabemos, o que a divindade espera de nossas vidas - é nesse momento que os livros são escritos, os quadros pintados, porque não queremos e não podemos esquecer QUEM SOMOS!"

(Onze Minutos - Paulo Coelho)
Minhas ideias deram um nó, Tah ruim pra desatar... certos acontecimentos inesperados nos impulcionam a pensamentos antigos... é como um furacão na caixinha de relicário... mistura todas as lembranças trazendo esperança com gosto de algodão doce... é ral mas some na boca!!! Tô precisando entender todo esse tudo de nada que eta me acontecendo!!!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


"Talvez meu amor tenha aprendido a ser menos amor só para nunca deixar de ser amor..."


(Milla Torres - Face)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Entre versos perdidos que você nunca verá



Quero o que não quis esquecer...

Entre versos perdidos que você nunca verá...

As frases são minhas as verdades são suas, enquanto te desejo me vejo chorando no meio da rua...

As lágrimas que diziam saudades foram às mesmas que disseram que não te amo mais...

E numa mistura de angustia com verdade ainda vivo de sonhos misturados a tantas lembranças...

Remendando esperanças impossíveis...

Sonhando nos lugares onde você nunca estará...

A vida igual a todas as vidas passadas vividas...

As frases em sem sentido, sentindo sentem o pulsar dos meus dedos...

Vendo suas fotos e os sorrisos compartilhados...

Beijo teu sorriso num dia de sol
Que entra pela porta
E canta pela janela

Saudade de quem fui, saudade do que fomos nós...

Oh meu grande amor de versos perdidos...


Versos Perdidos

(Zeca Baleiro)

As frases são minhas

As verdades são tuas
Enquanto te desejo
Me vejo chorando no meio da rua
Beijo teu sorriso num dia de sol
Que entra pela porta
E canta pela janela

A noite mãe do dia
Molhava tua boca
Na língua da poesia
Oh meu grande amor de versos perdidos
Murmurando na chuva como um refrão
Que só faz sentido
No fundo da cama

sábado, 31 de dezembro de 2011

Toda vez que eu adeus


Toda vez
Que eu digo adeus
Eu quase morro
Toda vez
Que eu digo adeus
Aos deuses eu recorro
Nenhum deus contudo
Parece me ouvir
Eles vêem tudo
E te deixam partir
Quando estas
A só um mar de flor em volta
Sabiás de algum lugar
Cantam o amor em volta
Não há som melhor
Mas seu tom maior se torna menor
Toda vez que eu digo adeus

Nenhum deus contudo Parece me ouvir Eles vêem tudo E te deixam partir Sabiás de algum lugar Cantam o amor em volta Não há som melhor Mas seu tom maior se torna menor Toda vez que eu digo adeus Toda vez que eu te digo adeus

(Cássia Eller)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011



...Mas confesso que sinto uma qualquer inveja dessas pessoas imunes,que sabem bem como não colocar o coração em tudo.



Essas pessoas que batem sem agonia a porta nas costas, mesmo quando entendem que estão deixando um pedaço bonito de si para trás.






(Ana Mangeon)